RENDA VARIÁVEL
A Bovespa efetuou um movimento de realização, que só não foi maior, tendo em vista o volume de compras, os papéis trocaram de mão hoje, no fechamento a bolsa paulista registrava 13.602 pts e uma queda de 1,14% com volume financeiro de R$673 milhões. O que assombrou o mercado durante o dia foi a declaração de Domingos Cavallo admitindo uma desvalorização cambial na Argentina, porém a tranquilidade voltou ao se saber que se de fato, isto vier a acontecer, um pacote de recursos financeiros adicionais estariam disponíveis ao Brasil via FMI, afim de conter qualquer crise especulativa na América Latina, isto acalmou a bolsa e o mercado de dólar.
JUROS
A Bolsa do Rio movimentou hoje R$ 3,295 bilhões em 409 operações no Sisbex, o sistema eletrônico de negociação de ativos. O mercado de títulos públicos movimentou R$ 2,746 bilhões em 254 operações. A Letra do Tesouro Nacional (LTN) com vencimento em 1º de maio de 2002, a mais negociada, fechou com taxa de 20,26% ao ano, 0,26 ponto percentual acima do fechamento anterior.
CÂMBIO
No mercado de câmbio, o dólar à vista interbancário fechou cotado a R$ 2,477, 0,04% abaixo do fechamento da segunda-feira. Foram realizadas 155 operações, totalizando US$ 223 milhões (R$ 548,9 milhões), com um preço médio de R$ 2,462.
A Ptax 850, média das cotações do dólar no dia, ficou hoje em R$ 2,4596 na compra e R$ 2,4604 na venda, com queda 1,16% sobre a média da segunda-feira. A Ptax é referência para correção de títulos e contratos no mercado futuro.
NOSSA VISÃO
Havendo um descolamento cambial na Argentina num primeiro momento o câmbio no Brasil pode dar um pulo de R$ 2,65 à 2,70 no máximo, (especulação), retornando em poucos dias a casa de R$ 2,50. A bolsa de valores já se encontra praticamente ajustada para isto, talvez uma queda de mais 500 pts no índice, porém muito pouco provável que ocorra.
O mercado de Juros já vem se mantendo em níveis elevados, logo não há muito que ajustar.
Porém ainda é cedo para se acreditar que finalmente o governo Argentino tenha desistido de continuar com sua paridade cambial. Entretanto ao nosso ver, ocorrendo este descasamento é bom para o Mercosul, para o Brasil e até mesmo para os Argentinos.
A Bovespa efetuou um movimento de realização, que só não foi maior, tendo em vista o volume de compras, os papéis trocaram de mão hoje, no fechamento a bolsa paulista registrava 13.602 pts e uma queda de 1,14% com volume financeiro de R$673 milhões. O que assombrou o mercado durante o dia foi a declaração de Domingos Cavallo admitindo uma desvalorização cambial na Argentina, porém a tranquilidade voltou ao se saber que se de fato, isto vier a acontecer, um pacote de recursos financeiros adicionais estariam disponíveis ao Brasil via FMI, afim de conter qualquer crise especulativa na América Latina, isto acalmou a bolsa e o mercado de dólar.
JUROS
A Bolsa do Rio movimentou hoje R$ 3,295 bilhões em 409 operações no Sisbex, o sistema eletrônico de negociação de ativos. O mercado de títulos públicos movimentou R$ 2,746 bilhões em 254 operações. A Letra do Tesouro Nacional (LTN) com vencimento em 1º de maio de 2002, a mais negociada, fechou com taxa de 20,26% ao ano, 0,26 ponto percentual acima do fechamento anterior.
CÂMBIO
No mercado de câmbio, o dólar à vista interbancário fechou cotado a R$ 2,477, 0,04% abaixo do fechamento da segunda-feira. Foram realizadas 155 operações, totalizando US$ 223 milhões (R$ 548,9 milhões), com um preço médio de R$ 2,462.
A Ptax 850, média das cotações do dólar no dia, ficou hoje em R$ 2,4596 na compra e R$ 2,4604 na venda, com queda 1,16% sobre a média da segunda-feira. A Ptax é referência para correção de títulos e contratos no mercado futuro.
NOSSA VISÃO
Havendo um descolamento cambial na Argentina num primeiro momento o câmbio no Brasil pode dar um pulo de R$ 2,65 à 2,70 no máximo, (especulação), retornando em poucos dias a casa de R$ 2,50. A bolsa de valores já se encontra praticamente ajustada para isto, talvez uma queda de mais 500 pts no índice, porém muito pouco provável que ocorra.
O mercado de Juros já vem se mantendo em níveis elevados, logo não há muito que ajustar.
Porém ainda é cedo para se acreditar que finalmente o governo Argentino tenha desistido de continuar com sua paridade cambial. Entretanto ao nosso ver, ocorrendo este descasamento é bom para o Mercosul, para o Brasil e até mesmo para os Argentinos.