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Futuro terminal metropolitano

Máquina histórica de café é transferida da Leste Oeste para a Sociedade Rural, em Londrina

Luís Fernando Wiltemburg - Redação Bonde
25 mar 2025 às 13:15

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Roberto Custódio
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A máquina de separação de café instalada no barracão onde será construído o terminal metropolitano de Londrina, na Avenida Leste Oeste, começou a ser retirada nesta segunda-feira (24), com previsão de conclusão dos trabalho em até dois dias. O equipamento está sendo transportado para a sede da SRP (Sociedade Rural do Paraná), onde ficará exposto devido ao valor histórico para a cidade, mas a montagem no novo local só deve começar depois da ExpoLondrina.


Segundo o chefe de gabinete da Amep (Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná), Rodrigo Rodrigues da Silva, a extração será feita por meio de guindaste, devido às dimensões e peso, e, para isso, foi necessário retirar a cobertura do antigo galpão da Intercontinental, empresa que fazia o transporte do produto.

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Prevista e autorizada desde janeiro, a transferência da máquina selecionadora de café começou na segunda com a retirada da cobertura do galpão. A manobra foi necessária para içar partes do equipamento do prédio até uma carreta, que o leva para a sede da SRP. 

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Na manhã desta terça (25), parte do primeiro módulo chegou ao recinto da Rural e a segunda parte estava prevista para a tarde do mesmo dia. “Acredito que, em dois dias, esteja tudo aqui”, afirma o presidente da entidade, Marcelo El Kadre.

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Ele afirma que o trabalho precisa ser feito meticulosamente para que não se perca nenhuma peça. “É um ato cirúrgico desmontar, porque a máquina é preservada e tem muito detalhe, muitas peças. Se fizermos com pressa, podemos perder alguma coisa”, afirma o presidente, que contou que foi necessário contratar empresa especializada de fora de Londrina para executar o desmonte e remonte.


O equipamento foi adquirido pelo governo do Paraná junto com o prédio, adquirido para a construção do terminal metropolitano em 2024. Como não houve interesse do antigo proprietário em ficar com ela, o governo doou para a SRP. O chefe de gabinete da Amep afirmou que, assim que o maquinário for retirado, terá início a demolição do prédio.

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A exposição dela, entretanto, deve demorar mais um tempo. Segundo El Kadre, os módulos serão envelopados até que seja construído um anexo ao museu da SRP, onde permanecerá para visitação. O projeto está pronto e, segundo o presidente, as obras devem ser rápidas, mas, só devem começar após a ExpoLondrina 2025. 


“Londrina começou com o café, fomos a capital mundial [do produto]. Londrina tem essa pujança hoje por conta dessa história, que é importante ser preservada para que a população de hoje saiba como chegou o progresso, por meio de uma máquina que nos trouxe a riqueza e o título de capital mundial”, diz El Kadre. 


O barracão onde operou a Intercontinental foi construído na década de 1960 e tem habite-se desde 1963, segundo histórico produzido pelo Ippul (Instituto de Pesquisas e Planejamento Urbano de Londrina). No estudo em relação à construção do futuro terminal metropolitano, o órgão considera que o terreno, “além de localização estratégica do ponto de vista logístico por ser vizinho ao Terminal Urbano e favorecer a integração”, reforça a representatividade da relação da edificação com o eixo da antiga ferrovia e a importância para a logística da produção cafeeira dos anos 1960 em Londrina.


No mesmo documento, o Ippul sugere a execução de estudos que considerem as vantagens da conservação e utilização do barracão como parte do terminal, ou, no caso da demolição, que sejam preservados os módulos estruturais onde a máquina está localizada, para que sirva de contextualização de seu uso por meio de visitação pública. “O fato de possuir um exemplar desses barracões é uma grande oportunidade de construir um equipamento de tal importância metropolitana com muito significado e valor histórico e afetivo agregado, apresentando Londrina e o norte do Paraná aos cidadãos de diversas cidades que chegarão a Londrina por este Terminal.”


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