A Prefeitura de Londrina confirmou, nesta sexta-feira (19), a liberação de recursos federais para ampliar a rede de Atenção Primária à Saúde no município. O investimento, viabilizado pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), prevê a construção de duas novas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e a entrega de veículos para reforçar o atendimento do SUS (Sistema Único de Saúde).
A formalização ocorreu durante evento do Ministério da Saúde em Maringá (Noroeste), com a presença de representantes federais e municipais, entre eles a secretária municipal de Saúde, Vivian Feijó, e o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda. Também foi confirmado o envio de uma ambulância e uma van destinadas ao transporte de pacientes por meio do programa “Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde”.
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Cada nova UBS contará com repasse de R$ 2,78 milhões do PAC, em parcela única. Os projetos já passaram por análise técnica e receberam aval do governo federal para execução. As obras serão realizadas pela empresa Tekenge Engenharia e Construções, vencedora da licitação, com prazo estimado de 18 meses — sendo seis meses dedicados à elaboração dos projetos executivos e 12 meses à fase de construção.
As unidades serão implantadas no Jardim Acquaville (Zona Leste) e no Jardim Maracanã (Zona Oeste). Ambas seguirão o modelo UBS Tipo III, com cerca de 780 m² de área construída, estruturadas para atendimento de equipes da Estratégia Saúde da Família e voltadas à ampliação da Atenção Primária.
Segundo a secretária municipal de Saúde, o investimento reforça a estratégia de descentralização do atendimento e fortalecimento da rede básica. A gestão municipal destaca que a ampliação da estrutura física busca aproximar os serviços das comunidades e qualificar o primeiro nível de cuidado oferecido pela Prefeitura de Londrina.
As duas obras somam investimento superior a R$ 10 milhões, com parte dos recursos provenientes do governo federal e contrapartida do município. Em ambos os projetos, houve economia em relação aos valores estimados das licitações, o que, segundo a administração municipal, reforça o ganho de eficiência nos processos de contratação pública.
(Com informações do N.Com)