Enquanto o início da pandemia da Covid-19 foi marcado pelo aumento da demanda por máscaras, álcool em gel, equipamentos de proteção destinados aos profissionais de saúde e uma corrida comercial por respiradores, a reta final de 2020 vem registrando o mesmo fenômeno, porém no mercado de seringas e freezers laboratoriais. Isso porque algumas vacinas demandam de armazenamento a temperaturas extremamente baixas, como os imunizantes da Pfizer e da BioNTech.
Em falta na rede pública de saúde, ultracongeladores com capacidade de atingirem -80° C são produzidos em Londrina pela Indrel Scientific há pelo menos 30 anos. Os desafios de logística são grandes para este tipo de imunizantes, mas a empresa se prepara para um eventual aumento na demanda. "É hora de organizar as ideias com os clientes que nos procuram”, comentou o diretor presidente da Indrel, João Fernando Rapcham, uma das líderes de mercado na América Latina no segmento.
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Rapcham adiantou que "há uma forte movimentação por parte do Paraguai, Peru e Bolívia”, que já fizeram sondagens. No Brasil, o governo da Bahia saiu na frente, porém Rapcham não mencionou se as negociações já foram concretizadas com os baianos. Para ele, o momento ainda é de insegurança na realização de grandes investimentos, tanto do Poder Público, quanto do setor privado.
Leia a matéria completa na Folha de Londrina
.