Pesquisar

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade
"Perdeu, mané"

Moraes concede prisão domiciliar a mulher que pichou estátua no STF

Redação Bonde com Agência Brasil
29 mar 2025 às 12:09

Compartilhar notícia

Joedson Alves/Agência Brasil
siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu nesta sexta-feira (28) prisão domiciliar à cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, acusada de participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 e de pichar a frase "Perdeu, mané" na estátua da Justiça.


Com a decisão, a acusada vai deixar a cadeia e cumprirá prisão domiciliar em Paulínia (SP), onde reside. Débora deverá usar tornozeleira eletrônica, não poderá usar redes sociais nem ter contato com outros investigados. Ela também está proibida de dar entrevistas para a imprensa, blogs e podcasts nacionais ou internacionais sem autorização do STF.

Cadastre-se em nossa newsletter

Publicidade
Publicidade


No caso de descumprimento, ela deverá voltar para o presídio. 

Leia mais:

Imagem de destaque
hospedagem temporária

Projeto de lei na Câmara mira regra para aluguel de imóveis no Airbnb

Imagem de destaque
Paralelo histórico

Entenda semelhanças e diferenças entre o golpe de 64 e a tentativa do 8/1

Imagem de destaque
Em todo o Brasil

Greve reduz pedidos no iFood, mas restaurantes com entrega própria têm aumento

Imagem de destaque
Há 61 anos

Lula diz que ameaças autoritárias 'ainda insistem em sobreviver', em post sobre golpe de 64


A decisão de Moraes foi motivada por um pedido de liberdade feito nesta semana pela defesa da acusada, que está presa desde março de 2023.

Publicidade


Mais cedo, em parecer enviado ao Supremo, a PGR (Procuradoria-Geral da República) se manifestou contra a soltura, mas defendeu que a prisão preventiva de Santos pode ser substituída pela prisão domiciliar porque ela tem dois filhos menores de idade, e, conforme a legislação penal, tem direito ao benefício. A cabeleireira é mãe de dois meninos, de 10 anos e 12 anos.


Julgamento

Publicidade


O julgamento que vai decidir se a cabeleireira será condenada começou na semana passada, mas foi interrompido por um pedido de vista do ministro Luiz Fux.

Publicidade


Antes da suspensão do julgamento, o relator do caso, Alexandre de Moraes, votou para condenar Débora a 14 anos de prisão em regime fechado.


Para definir esse tempo de prisão, Moraes somou as penas de cinco crimes denunciados pela PGR. A pena ficou na média das demais condenações dos acusados de participar do 8 de janeiro. As penas variam entre 14 e 17 anos.

Publicidade


Conforme o voto pela condenação, os investigados pelos atos golpistas cometeram crimes multitudinários, ou seja, de autoria coletiva. Dessa forma, eles respondem conjuntamente pelos cinco crimes.


Soma das condenações

Publicidade


A soma para chegar à pena de 14 anos foi feita da seguinte forma:

Publicidade


Abolição Violenta do Estado Democrático de Direito (4 anos e 6 meses);

Golpe de Estado: (5 anos);

Associação Criminosa Armada (1 anos e 6 meses);

Dano Qualificado: (1 ano e 6 meses);

Deterioração do Patrimônio Tombado (1 ano e 6 meses);


Regime Fechado: Penas maiores que 8 anos começam em regime fechado.


Indenização de 30 milhões: Todos os condenados pelo 8 de janeiro terão que pagar o valor solidariamente pelos dados causados com a depredação.


Em depoimento prestado no ano passado ao STF, Débora Rodrigues disse que se arrepende de ter participado dos atos e de ter pichado a estátua. 


Imagem
Polícia Militar e Corpo de Bombeiros anunciam concurso com 408 vagas para a região de Londrina
Para a região de Londrina, estão previstas 326 vagas para soldados – das quais 293 de ampla concorrência e 33 para afrodescendentes – e 82 para os bombeiros, das quais 74 de acesso universal e 8 de cotas raciais.
Publicidade

Últimas notícias

Publicidade
LONDRINA Previsão do Tempo