Pesquisar

ANUNCIE

Sua marca no Bonde

Canais

Serviços

Publicidade
Publicidade
Publicidade
Liberados

Diretores da Arxo deixam a carceragem da PF em Curitiba

Agência Estado
10 fev 2015 às 15:01

Compartilhar notícia

siga o Bonde no Google News!
Publicidade
Publicidade

Os diretores da Arxo, de Piçarras (SC), Gilson João Pereira, Sergio Ambrósio Maçaneiro e João Gualberto Pereira que estavam presos temporariamente, foram liberados na noite de segunda-feira, 9. Eles estavam detidos na carceragem da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (PR), mas o juiz federal Sergio Moro, os liberou no final da tarde.

Eles saíram da sede da PF às 20h40 dentro de um carro e não falaram com a imprensa, antes, porém, o advogado Charles Zimmermann disse que todas as informações foram fornecidas. "Entregamos todos os documentos que foram objeto de busca e apreensão, e agora, estabelecidos todos os fatos que rebateram as denúncias feitas pela ex- funcionária houve por bem o juiz Sergio Moro revogar a prisão temporária. A Arxo esclareceu tudo que esta possível e no que precisar vamos estamos à disposição da justiça", disse.

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp.
Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Publicidade
Publicidade


Apesar da soltura, eles deverão cumprir algumas exigências como: "comparecimento a todos os atos do processo, inclusive da investigação, mediante intimação por qualquer meio, inclusive por telefone; obrigação de não deixar a residência por mais de 30 dias sem prévia autorização do Juízo; obrigação de não mudar de endereço sem prévia autorização do Juízo; proibição de deixarem o país, sem prévia autorização do Juízo; proibição dos investigados de manterem contato ou promoverem qualquer espécie de intimidação, direta ou indiretamente, contra a testemunha Cíntia Provesi Francisco. Alerto que o descumprimento das medidas ora impostas poderá ensejar a decretação da prisão preventiva dos investigados", informa o despacho.


Em seu depoimento, João Gualberto, negou qualquer tipo de envolvimento ou pagamento de propina a alguma empresa envolvida no escândalo de corrupção.


Segundo o advogado Charles Zimmermann, "o depoimento foi na mesma linha do diretor-financeiro e do outro diretor presidente, jamais houve corrupção, não houve nunca pagamento de propina, a empresa não sonega impostos, justificou a presença de dinheiro na sala dele, tratava-se de uma reserva, inclusive falou ao delegado onde ele guardava esses valores", completou.

Cadastre-se em nossa newsletter

Sobre a denunciante, Charles disse que não poderia mais comentar, como parte de uma orientação da Justiça. "Estará em andamento, temos uma serie de fatos novos , nos vamos juntar no inquérito e ele pediu para aguardar por enquanto", concluiu.


Publicidade

Últimas notícias

Publicidade
LONDRINA Previsão do Tempo

Portais

Anuncie

Outras empresas