Nada temo ao que amo,
neste mundo nem o espanto dos que em medos vivem presos ao meu peito assusta
Já fui desses que escondidos pelos cantos entre os dentes apertavam os lábios sedentos
mas hoje do sabor inigualável a boca já provou
e o veneno mortal que me diziam era a língua sem o gosto do amor
vivo e a vida é ser o que sou
a que ama,
a que escolheu viver o amor
CRISTIANA MOURA é fisioterapeuta de profissão. É poeta por vocação.
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