Das nove partidas como mandante neste Brasileiro da série C, o Londrina foi punido em cinco delas pelo STJD da CBF - quatro com portões fechados e um a cem quilômetros. O confronto contra o Caxias neste domingo será mais uma partida onde o LEC terá que jogar sem a presença do torcedor.
Além do prejuízo técnico e do torcedor, alijado de poder acompanhar o seu time, o Londrina vai amargar um prejuízo de mais de meio milhão de reais com essas punições.
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"Vamos deixar de arrecadar uns R$ 500 mil nestes cinco jogos. Não arrecadamos nada nas partidas com portões fechados, mas os custos da partida precisam ser pagos de qualquer jeito", ressaltou o gestor, Sérgio Malucelli.
Nos quatro jogos que fez com a presença do torcedor, incluindo aqui a partida contra o Tombense em Maringá, obviamente com arrecadação menor do que se a partida fosse no estádio do Café, o LEC faturou R$ 343.665,00 brutos, média de R$ 85.916,00, e R$ 120.164,00 líquidos, média de R$ 30.041,00.
Se levarmos em conta apenas as três partidas como mandante no Café - jogos com Madureira, Guarani e Brasil - a média de arrecadação do clube foi de R$ 108 mil. Ou seja, levando em conta esta média, nos cinco jogos de punição, a arrecadação seria de mais de R$ 500 mil.
Nas três partidas que fez com portões fechados no Café, além de não arrecadar nada o alviceleste teve gastos de R$ 24.571,00. "Desta forma, a CBF vai acabar com os clubes brasileiros", reclamou Malucelli.
O prejuízo é consequência da irresponsabilidade do próprio clube, pelos fatos lamentáveis na série D do ano passado, e também pelo ato de um falso torcedor em Maringá. Que todos têm aprendido a lição.