O primeiro turno do Campeonato Brasileiro terminou com a troca de 14 treinadores. O recorde de trocas na série A é de 2015. Foram 32 mudanças em 38 rodadas.
A média continua muito alta e os despreparados dirigentes dos nossos clubes continuam insistindo no mesmo erro. A prova mais real é a permanência de Falcão por apenas 27 dias a frente do Internacional.
Somente quatro equipes não trocaram de treinador desde o inicio do ano: Santos (Dorival Júnior), Grêmio (Roger Machado), Botafogo (Ricardo Gomes) e Vitória (Vagner Mancini).
Somente outros cinco clubes mantém os mesmos técnicos desde que começou o Brasileiro: Atlético-PR, Palmeiras, Fluminense, Sport e Ponte Preta.
Contando os estaduais, são 23 mudanças no comando das equipes e sete delas já estão no seu terceiro treinador na temporada. O último deles foi o Santa Cruz, que no início da semana dispensou Milton Mendes. Confira aqui todas as mudanças de treinadores na série A.
A troca constante de treinadores no futebol brasileiro beneficia muita gente, inclusive os próprios profissionais. Já viu algum técnico do 'alto escalação' levantar a bandeira para limitar número de clubes por ano e limitar a mudança para times da mesma série?
Os clubes também são responsáveis por esta dança das cadeiras. E não fazem nada para profissionalizar a relação. Azar deles. Sofrem prejuízos técnicos e financeiros.