O Palmeiras passou os últimos dois anos tentando vender Valdivia. O chileno conversou com Flamengo e Vasco, foi cogitado pelo Olympique de Marselha, chegou a se apresentar no Al-Fujairah... mas seguiu no Palestra Itália. Agora, a situação mudou e o presidente Paulo Nobre decidiu que brigará para mantê-lo.
"Vamos tentar renovar o contrato do Valdivia", assegura Jesse Ribeiro, um dos vice-presidentes do Palmeiras. "Ele está jogando muito bem, correndo, se esforçando... É o melhor jogador do nosso time", acrescenta.
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A ideia de Paulo Nobre é fazer contato com o pai e agente de Valdivia nos próximos dias. O vínculo terminará em 17 de agosto de 2015 e o jogador ficará livre para assinar um pré-contrato a partir de fevereiro.
A amigos, Valdivia já admitiu ver com bons olhos a possibilidade de continuar no clube. Porém, só vai tomar uma decisão depois da eleição presidencial, marcada para novembro.
Ele teme que Wlademir Pescarmona, candidato da oposição, seja contrário à sua permanência o conselheiro é próximo das torcidas organizadas, que detestam o chileno. Mas o primeiro vice-presidente da chapa de Pescarmona é o Luiz Gonzaga Belluzzo, que o recontratou em 2010.
Fonte: Blog do Jorge Nicola - Diário SP
Claro que o Valdívia é um bom jogador e disparado o melhor do limitado elenco do Palmeiras. O problema é o custo-benefício do chileno. Para um atleta que ganha mais de R$ 500 mil de salário ele teria que dar muito mais retorno ao clube.
Em número de jogos, em vitórias, em títulos e até mesmo em receita, com a venda de camisas, por exemplo. Até pelo retorno ser pequeno, Valdívia está longe de ser um ídolo e uma unanimidade entre os torcedores do Palmeiras. No fim, o chileno ganha muito e produz pouco.