O Londrina foi absolvido, por dois votos a um, em julgamento nesta sexta-feira no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) da acusação de ato racista, que teria sido praticado por um torcedor alviceleste na arquibancada do estádio Bento Freitas durante o jogo contra o Brasil, no dia 28 de junho, em Pelotas. O LEC corria o risco de ser multado, além de perder mandos de campo.
O relator da 5ª Comissão Disciplinar, Rodrigo Raposo, e mais um dos auditores votou pela absolvição do alviceleste, enquanto que o terceiro auditor pediu uma multa de R$ 3 mil. A Procuradoria do STJD vai recorrer da decisão ao Pleno.
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O advogado Osvaldo Sestário usou na defesa do LEC documentos, fotos e o depoimento do torcedor acusado, que foi pessoalmente ao Rio de Janeiro.
No mesmo julgamento, o Brasil de Pelotas foi punido com a perda de um mando de campo e multa de R$ 3 mil, em virtude de alguns torcedores terem cuspido no rosto do atacante Patrick do Londrina, durante o primeiro tempo do confronto do dia 28. O Brasil vai recorrer da decisão.
Maringá: Em relação a punição sofrida pelo Londrina em razão da explosão de duas bombas na arquibancada do estádio Willie Davids, em Maringá, no jogo contra o Tombense, o relator Flávio Zveiter recebeu o recurso do LEC.
O clube aguarda agora que o efeito suspensivo seja atendido até o novo julgamento no Pleno do STJD, ainda sem data marcada. O LEC foi punido com R$ 10 mil em multa e a perda de um mando de campo.