Apesar da dimensão pequena e da condição ruim do gramado do estádio Newton Agibert, o 0 a 0, na noite desta quarta-feira, entre Prudentópolis e Londrina foi movimentado e com várias chances desperdiçadas.
Pior para o Lec, que não sobe na tabela e terá uma sequência difícil nas três últimas rodadas da primeira fase. Para o time da casa não mudou nada. A sorte do Prudentópolis será decidida mesmo no torneio da morte.
O Londrina criou pelo menos oito chances de gol no primeiro tempo. Viu ainda uma bola na trave e um pênalti claro não marcado em cima de Celsinho, um dos melhores em campo.
O Prudentópolis também assustou e acertou o travessão de Vítor. O ataque do Londrina, desta vez formado por Neílson e Artur, continua ineficiente e com uma falta de sorte tremenda.
No segundo tempo, o ritmo do jogo caiu. Mesmo assim, o Lec foi melhor. E Neílson perdeu um gol incrível ao escorar um cruzamento de cabeça e acertar a trave novamente.
Cláudio Tencati tentou de todas as formas melhorar o time. Entraram Davi Ceará, Kanu e Hiago nos lugares de Rone Dias, mal novamente, Artur, que saiu reclamando, e Anderson, que fez um bom jogo.
O Londrina continua sendo um time seguro na defesa. Vítor, Dirceu e Germano fizeram ótima partida. E uma equipe sem nenhuma força ofensiva.
Tencati já testou todas as opções possíveis e a bola não entra. A ineficiência ofensiva fez o aproveitamento do Lec despencar nas últimas rodadas.
Se venceu os três primeiros jogos, nas cinco partidas seguintes o Lec venceu apenas uma, perdeu duas e empatou outras duas. Aproveitamento pífio de 33%.
Com a queda de rendimento, o Londrina viu todo mundo encostar na classificação e fica tudo em aberto até o fim da competição.
A produtividade do time caiu justamente na reta final e quando o time terá a sequência mais difícil até aqui: Paraná, J. Malucelli e Atlético. Hora de ligar o alerta e encontrar o bom futebol.