Um fusca de 1965 foi o primeiro carro a receber a placa preta padrão Mercosul de veículos de coleção. O emplacamento aconteceu durante evento promovido na manhã desta quarta-feira (1º) pelo Seepa-PR (Sindicato das Empresas Estampadoras de Placas Automotivas do Estado do Paraná), em Curitiba.
O fusca é de propriedade do Antônio Carlos Domanski Junior. “O retorno da placa preta foi uma conquista, melhor caracterizando os veículos de coleção. Pra mim foi uma honra ter sido um dos primeiros a ter a placa instalada. Estava ansioso por este momento”, disse Junior.
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“A placa preta no modelo Mercosul acabou perdendo um pouco do seu
encanto e o segmento não se sentiu acolhido com as normas. E nós
entendíamos que era possível mudar a placa preta. Sugerimos uma placa
destinada ao uso no território nacional, a qual pudemos regulamentar
pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Este exemplo é para
mostrar que tudo é possível com diálogo”, afirmou Adriano Furtado, diretor-geral do Detran-PR (Departamento de Trânsito do Paraná)
Além disso, o encontro teve como objetivo apresentar o sindicato aos empresários do setor, bem como suas propostas, projetos e ações já em desenvolvimento. “O segmento dos estampadores de placa merece atenção. Eles fazem uma parte muito importante de segurança, que é a identificação dos veículos. Então o Detran e vocês precisam trabalhar juntos e em equilíbrio”, disse Furtado.
Placa preta
A placa preta retorna com detalhes requisitados por colecionadores de veículos antigos e a FBVA (Federação Brasileira de Veículos Antigo). O novo modelo foi definido por meio de uma consulta pública. O texto prevê a utilização restrita em território nacional para carros que mantenham 80% de sua originalidade.